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Umuarama, Paraná, Brazil
Arquiteta Especialista em Design de Interiores, apaixonada por arquitetura, arte, moda, música, design e cinema. É parte integrante do Corpo Docente da UNIPAR - UNIVERSIDADE PARANAENSE, no curso de Arquitetura e Urbanismo. Seu escritório está localizado na Av. Maringá, 5046 - Edifício Ravel Tower, na cidade de Umuarama, no Paraná. A arquiteta prima por projetos sofisticados, exclusivos e adaptados às mais diversas necessidades de seus clientes.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Arquitetura e Decoração: Matéria da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre DICAS DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONALIDADE.

Organização: princípio básico da funcionalidade!

Olá leitores, 


Hoje falarei como a organização é importante para a funcionalidade de um ambiente.


A forma como organizamos, arranjamos, dispomos ou classificamos objetos, documentos e informações influenciam a boa ou má funcionalidade de um ambiente, pois normalmente a ideia de organização tem sempre uma finalidade coletiva.
Segundo Maximiano (1992) e Bilhim (2006), a organização na maioria das vezes envolve mais que um usuário, sendo que há sempre uma meta comum a ser atingida entre eles. Em nossas casas a situação não é diferente, pois a organização da mesma envolve relações de cooperação, ações coordenadas e funções diferenciadas praticadas por cada indivíduo.
Visto que a ordem é o princípio básico da funcionalidade, o que podemos fazer para deixar a ordem reinar nos ambientes que utilizamos?
Antes de tudo, para auxiliar nesta tarefa, a contratação de um arquiteto é fundamental, já que o profissional tem a importante missão de auxiliar o cotidiano da família, imprimindo personalidade e funcionalidade aos ambientes
Outra dica é que cada objeto deve ter seu devido lugar. Para ajudar, tire partido dos objetos organizadores.
Existe um universo de produtos que ajudam a organizar todas as áreas de sua casa, como banheiro, sala, quarto e garagem. Ganchos, baús, cestos, gavetas, “porta-trecos”, caixas organizadoras, prateleiras e armários são alguns exemplos de elementos que auxiliam neste difícil dever.

(Painel em MDF com pintura laqueada e vários ganchos)

(Quarto de criança - cestos para guardar os brinquedos)

(Cestos usados para organização de um escritório)

domingo, 8 de maio de 2011

Arquitetura e Decoração: Matéria da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre o Design.

Olá queridos leitores,

vocês sabem a influência que o design e o estilo pode ter em nossas vidas?

O design faz parte de nossa vida diária, e sem que percebamos, ele rouba a cena, seja na cozinha, no banheiro, na sala ou no quarto. Ele pode ser representado por um objeto interessante, uma ilustração, uma fotografia, um figurino, um vídeo, instalações, livros, cartazes e mobiliários. E o mais intrigante disso tudo, é que esses elementos descritos acima acabam influenciando a conduta os homens e o seu modo de viver.

(Bandeja de dedinhos. Não é genial?)

A criatividade do ser humano é ilimitada. Hoje, há muitos designs inusitados; muitas vezes por necessidade e utilidade ou pura invenção e beleza.


                                                 
Por meio do design é possível que o arquiteto projete todo e qualquer detalhe para o interior de sua habitação. Ideias simples, inteligentes, com materiais duráveis e práticos, podem tornar seu dia-a-dia muito mais interessante e lúdico, aliando beleza, funcionalidade e soluções inéditas, que agradem aos mais diversos usuários.



(Cadeira Cabideira. O que mais falta inventar?)


E então? Gostaram da matéria?
Beijos da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Arquitetura e Decoração: Matéria da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre a Atmosfera das cores.


Olá leitores, 
Hoje, aprofundaremos no mundo das CORES.


Sabe-se que 70% da percepção humana são visuais. Os 30% restantes se dividem entre os sensos auditivo, olfativo e tátil. Portanto, ao adentrarmos em um ambiente, uma das primeiras coisas que notamos ou percebemos são as cores, seja dos móveis, objetos ou do próprio ambiente.



As cores possuem um grande poder sobre nós e estão associadas ao nosso psicológico e também ao fisiológico. Elas nos permitem modificar um ambiente, criando atmosferas que ajudam a definir o estilo do local e que influenciam as pessoas que utilizam esse espaço.



(Ambiente infantil, lúdico, colorido e espaçoso - várias texturas, criam uma atmosfera dinâmica e estimulante)


- Suíte do apresentador Amaury Jr.
(Ambiente oposto. Cores escuras, vidro, brilho e seda criam uma atmosfera glamurosa e sóbria)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Arquitetura e Decoração: Matéria da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre o lúdico mundo infantil.

   Quando as crianças brincam
“Quando as crianças brincam e eu as oiço brincar, qualquer coisa em minha alma começa a se alegrar. E toda aquela infância que não tive me vem, numa onde de alegria que não foi de ninguém. Se quem fui é enigma, e quem serei, visão, quem sou eu ao menos sinta isto no coração.”
              Fernando Pessoa

Olá leitores!




Nessa matéria de hoje, inicio com um poema do ilustre Fernando Pessoa; na qual nos ensina que as crianças alegram e inundam nossa vida de ludicidade. Por isso, é importante que eles sejam acomodados em um espaço adequado e que colabore no seu desenvolvimento infantil.

Através da brincadeira as crianças aprendem a lidar com o mundo da fantasia, aprendendo a se expressar, concentrar, observar e sociabilizar-se espontaneamente, estabelecendo assim, relações com os objetos e com as outras crianças. Além disso, os pequenos participam de novas experiências, sensações e aquisições, ensaiando movimentos do corpo, ampliando seu repertório lingüístico e explorando espaços.

                                                  Fonte: http://mundedicasetruques.wordpress.com/

Portanto, a tarefa do arquiteto é proporcionar uma atmosfera acolhedora, aconchegante e, sobretudo, adaptada a cada idade, pois a cada ano a criança adquire uma necessidade específica. Nesse aspecto, a distribuição e o projeto do mobiliário em um quarto infantil devem ser pensados desde o início, e de preferência utilizar móveis que “cresçam junto com a criança”.

                                                 Fonte: http://mundedicasetruques.wordpress.com/

domingo, 20 de março de 2011

Arquitetura e Decoração: Dicas da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre Feiras em SP

Olá leitores,

Gostaria de informá-los que aconteceram e está acontecendo várias feiras e eventos interessantes em São Paulo. Dentre elas vale a pena destacar:

-22 Abup Show (Associação Brasileira das Empresas de Utilidades e Presentes), que finalizou a 3 dias atrás, mas que trouxe muitas novidades nessa área de presentes e utilidades domésticas. Desta forma, para mantê-los por dentro das novidades, postei diversos links de lojas ou blogs que dizem respeito a este evento.

- 19 Mostra Paralela Gift (Feira de Design e Produtos Contemporâneos), que também finalizou a 3 dias atrás, e trouxe vários elementos interessantes ao mercado. Para atualizá-los também postei links e blogs na minha lista. Aproveitem!

- 18 Craft Design (Feira de Design), finalizada também no dia 15 de março, trouxe muitos produtos interessantes, desde luminárias, mobiliário, objetos de decoração, artesanato, design têxtil, papelaria, joalheria, acessórios de moda e de casa. Quem perdeu, não se preocupe, pois também atualizei minha lista de links favoritos! e blogs com as novidades mais interessantes.

- 42 Gift Fair (Feira de produtos para casa, decoração e design da América Latina), que acabou no dia 17/03, e trouxe muitos expositores bacanas. Também atualizei os links com os melhores expositores.

- 19 Feicon Batimat 2011 (Salão internacional da construção), finalizado ontem, e com muitas novidades na área da construção civil.

- 9 Expo Revestir (Feira internacional de revestimentos, a fashion week dos revestimentos, como também é conhecida). Essa feira finaliza dia 25/03, portanto é a única que ainda é possível visitar. É um evento bem interessante, e que com certeza, vale a visita.

Bem, espero que aproveitem os links postados, ok?

Um grande abraço,
Arquiteta Michelle Faura Ferrarini

sexta-feira, 18 de março de 2011

Arquitetura e Decoração: Artigo da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre Vitrinas

Neste artigo, a Arquiteta Michelle Faura Ferrarini explora o bom uso das vitrinas na arquitetura comercial.

Olá leitores,

Nesta matéria busco reforçar a importância de uma boa vitrine ou vitrina (as 2 formas estão corretas) na arquitetura comercial.
Aproveitem e boa leitura!










Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/


Olhem que interessante esta loja em Paris onde na própria composição da vitrine o arquiteto e designer tirou partido da chegada da primavera pra elaborar a composição.

Apesar de ser um espaço rígido e normalmente quadrado, a vitrina é uma mídia que deve estar sempre inovando, refletindo uma época, uma história e uma sociedade de consumo que alcançam interesse não só do usuário da arquitetura comercial, mas também da moda, das artes plásticas, do design e da fotografia.


Por meio de um estilo mais "barroco", a vitrine chama a atenção pela quantidade e disposição dos elementos. Neste caso, a roupa apenas faz parte do cenário e não é a peça primordial da composição.

 
Há algum tempo a vitrina deixou de ser tema apenas para amadores e apreciadores da moda, e passou a atingir um patamar da arte, passando a tarefa ao vitrinista, um profissional que tem o desafio de acender e instigar desejos, vontades e aspirações dos usuários, trabalhando a composição com sabedoria através de falta e excesso, cheios e vazios, texturas ou cores.



Vitrine clean, pop e moderna! Notem que apesar da quantidade de cores utilizadas no fundo da vitrina, as roupas se destacam, e ao mesmo tempo, se misturam com a composição.

 
De fato, as vitrinas devem traduzir o potencial do comércio em questão e demonstrar de forma criativa a exposição dos produtos para que se destaquem e se diferenciem do banal e da confusão, que normalmente acontecem na maioria das lojas.


Esta vitrina tem uma história interessante. Ela faz parte da loja Barneys, em Nova York, e não teve uma boa repercussão. Ela ficou exposta por apenas alguns dias e a loja foi chamada a se explicar devido a violência ao qual expôs os manequins. O diretor criativo da vitrina se justificou comparando sua criação a um filme do Hitchcock. Com certeza muitas cabeças rolaram no time criativo da Barneys. Apesar de tudo, a vitrine não deixa de ser interessante, não é mesmo?

 
Algo que todos sabem é que a vitrina nunca deve desfavorecer e desvalorizar um produto, pelo contrário, deve engrandecê-lo, torná-lo atrativo e encantador aos olhos do consumidor. Mas como tornar concreta essa realidade? A missão de arrumar e organizar uma vitrina parece simples, principalmente por ser algo que faz parte do nosso cotidiano, mas seu empobrecimento em relação à criação artística faz com que as vitrines atuais se mostrem como um espaço comum e não como um local que dá evidência aos produtos.



Esta vitrina demonstra que realmente criatividade não tem limites! A equipe contratada para fazê-la resolveu trabalhar com "manequins vivos" para chamar a atenção com relação aos materiais esportivos dos jogos olímpicos.


Na verdade tudo começa com a contratação de uma boa equipe de profissionais. Os chamados vitrinistas ou criadores de composição conseguem reforçar a imagem e a identidade de uma marca, acentuando o posicionamento da empresa e apresentando o produto ao consumidor. Já os diretores de visual merchandising desenvolvem temas filtrando exatamente o que é importante para cada marca, conforme a história da empresa. Juntos, esses profissionais buscam seduzir o consumidor fazendo com que o mesmo se sinta especial por adquirir este ou aquele produto que mostrará seu estilo de vida, imprimindo assim, uma assinatura pessoal e intransferível.


Vitrine demonstrando os principais personagens de um romance chinês que conta a trágica história de amor entre 2 aristocratas: Lady Lin Tai-Yu and Jia Pao-Yu. Vejam como a vitrine é bem elaborada e o cenário colabora perfeitamente para demonstrar a riqueza de detalhes deste romance.

 
Assim, independente da marca ou do serviço prestado, as empresas devem se preocupar imensamente com sua apresentação visual nas vitrinas, pois é o seu capital simbólico, seu selo, seu carimbo.



Composição com cores neutras que se harmonizam com as roupas expostas. Chiquérrima!


Existem também outros fatores que interferem e que devem se fazer presentes na apresentação visual da vitrina: o valor dos objetos, o atendimento da loja, o serviço que o acompanha, a história do produto e logicamente, suas qualidades.


Vitrine da Louis Vuitton em Waikiki. Muita segurança ou um minuto de celebridade?

 
O vitrinista português Carlos Grade, afirma que “A marca é a identidade e para que exista identidade deve haver diferenciação... alcançar identidade é sinônimo de legitimidade, de credibilidade, de afetividade e de personalidade. A identidade da marca sintetiza todo o esforço por construir uma coisa que podemos chamar de mil formas (produtos, objeto, serviços...) mas que, em definitivo, não é outra coisa do que satisfazer uma necessidade”.




Esta loja de luxo em Florença chamou a atenção ao dispor 18 flamingos voltados a uma maravilhosa pedra de ametista. Um conceito bem bacana!

Então, fica claro que quanto mais persuasiva e convincente for a vitrina, maior é seu poder de fazer com que o usuário queira entrar no quadrilátero encantador, charmoso e tentador que expõe produtos apaixonantes e interessantes.


Ange ou demon?

 As vitrinas de hoje, com suas superfícies envidraçadas acabam chamando a atenção somente pelo senso da visão, pois impedem que o usuário toque, manipule, cheire, ouça e sinta os produtos. Em uma perspectiva interessante podemos afirmar que a vitrina traz 2 lados diferentes. Do lado de fora, a transparência do vidro traz o ilusório, o intangível, o inacessível. Já do interior, o objeto se mostra acessível, ele vem até nós e então, agregamos um valor de uso a ele.


A união faz a força, ou neste caso, a quantidade e o ritmo!

 
Se considerarmos o cenário urbano, as vitrinas são de grande importância social, pois mostram exatamente o entendimento e a época dessa sociedade traduzida nos produtos. Elas qualificam o lugar em que se encontram e ajudam a construir tanto a imagem da loja como a do próprio espaço urbano que se insere. De fato, esses quadriláteros de vidro são uma forma de manifestar o imaginário social. Neles, se encontram objetos revestidos de valores que dialogam com um personagem: o usuário!


Outra vitrine da Louis Vuitton: simples e elegante!

 
As vitrinas incentivam a sensibilidade, proporcionando prazer aos usuários, estimulando-os a efetuar a compra e fazendo-os refletir sobre valores que lhes são apresentados e sobre os estilos de vida que a marca ou o produto representam. Deve haver assim uma identificação por parte do receptor – consumidor e do produto a ser consumido, refletindo assim as experiências, a relação com os serviços de determinada empresa, a posição na mídia e o gosto pelo produto em si. “A imagem da marca é um conjunto de representações ao qual se somam o histórico, o espaço, a personalidade, agregando valores importantes para cada usuário diferente” (MAYER E DEMETRESCO, 2004).



Outra vitrine da Barneys: um briefing.

Deste modo, indo do lúdico ao mágico, do sensual ao estético, do prazeroso ao sentimental, as vitrines devem criar histórias e narrativas que constituam espaços para descobertas informativas, culturais e estéticas. E, de uma maneira mais poética, pode-se dizer também que a vitrina deve propiciar o encontro do usuário com o seu “eu”, descobrindo e redescobrindo seus gostos, suas atitudes, seus desejos e até seus traços culturais.



Barneys de NY: chapéus expostos de maneiras inusitadas

Portanto, pode-se afirmar que as melhores recordações são essencialmente emocionais, e, por isso, a vitrine é um espaço onde são criadas ilusões de desejos ou necessidades, para que o usuário passe a querer possuir não certo objeto de valor econômico, mas de valores afetivos, sentimentais e passionais.



Esta loja encontrou uma maneira inteligente de atrair o público a olhar sua vitrine. Algumas jóias foram dispostas em gaiolas cor de rosa, sugerindo que a peça está "presa" e que você pode libertá-la a qualquer momento...basta comprar!

Bem, como deu pra perceber, montar uma vitrine é um trabalho sério que exige muito conhecimento e criatividade. Existem vários cursos de especialização específicos e uma área muito interessante e pouco explorada aqui no Brasil. Alguém se habilita?

Beijos,
Arquiteta Michelle Faura Ferrarini

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Arquitetura e Decoração: Artigo da Arquiteta Michelle Faura Ferrarini sobre Persianas

Neste artigo, a Arquiteta Michelle Faura Ferrarini explica sobre o uso das persianas - praticidade e eficiência.

Olá leitores! Nesta matéria explorarei o mundo das persianas, um elemento de proteção solar interna cada vez mais difundido e interessante. Um abraço e boa leitura!

A enciclopédia virtual Wikipédia define persiana como um artigo decorativo utilizado na parte interna de janelas ou portas para vedar a entrada de iluminação ou controlá-la parcialmente.


Essa persiana da foto é a do tipo rolô, um modelo muito prático e clean.

A persiana horizontal de alumínio possui uma variedade de cores permitindo trazer diferentes sensações aos ambientes, como é o caso desta cor terracota que trouxe alegria e ludicidade à cozinha.

 
Na verdade, o controle da quantidade de luz natural é uma característica especial das persianas, pois fornecem uma barreira opaca ou translúcida que bloqueia tanto a radiação solar direta quanto a difusa, na estação quente. Em outras palavras, as persianas permitem que a claridade seja controlada e adentre ao ambiente, protegendo móveis e tornando o local mais agradável e aconchegante.

 A persiana em madeira trás um maior aconchego ao ambiente.

A persiana vertical em pvc é uma ótima opção para pessoas alérgicas, além de ser muito prática.

As persianas de madeira trazem um maior aconchego ao ambiente, além de gerar uma fácil manutenção.
Além de barrar a entrada direta dos raios solares, quando instalada fora do vão da janela, as persianas protegem mais o ambiente, reduzindo em até 35% os custos com ar-condicionado, colaborando para a eficiência energética.

Olhem que bacana esta persiana personalizada. É possível criar diferentes cenários para auxiliar na composição harmônica do espaço.

Mais uma persiana especial dando um toque diferenciado ao ambiente.

As persianas ainda possuem a função de dar privacidade a um local, e uma de suas grandes vantagens dependendo do modelo e da posição de suas lâminas, é permitir a entrada de ventilação natural ou da circulação do ar, sem prejudicar a iluminação e a visão externa.


Esta persiana é interessante pois mescla uma lâmina transparente e uma opaca, dando uma luz difusa ao espaço, aumentando a sensação de conforto.

Neste escritório, a persiana horizontal de alumínio foi uma boa escolha, já que permite através do controle das lâminas, apreciar ou bloquear a visão externa.

Já tinham imaginado um ambiente com cortina preta? Opção fantástica!

 
Dentre os motivos pelos quais as persianas são tão populares estão à funcionalidade e praticidade, bem como a enorme gama de opções de cores, texturas, materiais, formas e modelos, possibilitando o controle da atmosfera de seu ambiente (moderno, arrojado, romântico, delicado, rústico, lúdico, clean).
Esta persiana é a romana, um modelo bem interessante e quer permite a utilização de diferentes tecidos, como este mais translúcido. Notem que neste caso a persiana foi instalada dentro do vão.

 Já neste caso, a persiana também é romana, mas foi instalada fora do vão.

No mercado existem 2 tipos de persianas internas: as horizontais e verticais, sendo que ambas podem ser utilizadas tanto em ambientes residenciais como comerciais. Segundo a Arquiteta Michelle Faura Ferrarini, independente de ser vertical ou horizontal, as cortinas ou persianas de cores claras são mais eficientes, pois refletem grande parte da radiação recebida, mantendo o ambiente mais fresco. Lembrando que a dica é válida principalmente para os climas quentes.